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Objetivo promove 28ª edição da Gincana Interna


Muita alegria e diversão marcaram a 28ª edição da Gincana Interna do Colégio Objetivo (GICO), realizada em todas as unidades, nos meses de março e abril. O evento busca integrar professores e alunos do 6º ao 9º ano em tarefas que promovem a solidariedade, o lazer, o desenvolvimento pessoal, o esporte, a expressão artística e a criatividade.

Divididos em equipes com integrantes de diferentes séries, os estudantes competiram de forma saudável, promovendo o intercâmbio e a troca de experiência, além de desenvolver valores como cooperação e respeito ao próximo. Entre as provas tradicionais estavam o show de entrada, o Objeclipe –  que consistiu em dublar e coreografar uma música de um artista ou banda famosa –, e a arrecadação de alimentos e produtos de limpeza para doar às instituições sociais do Estado.

"Consegui arrecadar alimentos com a ajuda de minha família. Fui com meus pais a um atacadista e compramos vários itens para doação. Participar da gincana é bem divertido e arrecadar alimentos me anima bastante também porque, além de ajudar a equipe, colaboro com pessoas que precisam", comenta a aluna do 7º ano, Amanda Izaguirre Lima.

Nesta edição, o Objetivo Alphaville contou com o reforço especial de 42 crianças da instituição Cáritas Santa Suzana, que participaram de todas as provas. "Proporcionar essa inclusão com alunos do Objetivo é bastante positivo. A oportunidade de conviver com outras crianças, em um outro local, e conhecer uma escola diferente da que eles estudam é uma experiência extremamente rica, a qual certamente levarão para a vida toda", comenta Anamaria Tonelli Racy, secretária do Instituto Cândido de Desenvolvimento Social, que auxilia instituições filantrópicas.

Atividades que promovem a consciência ecológica também fizeram parte da programação. Na tarefa Starbucks, a proposta era recolher equipamentos eletrônicos, em bom estado de conservação, que seriam descartados. Os alunos coletaram monitores, teclados, impressoras, câmeras digitais, batedeiras, liquidificadores, televisores e computadores. As doações foram entregues à União Espírita Francisco de Assis, entidade que atende pessoas carentes de Francisco Morato.

Em A Chuva que castiga, o desafio era criar um projeto para amenizar o problema das enchentes na cidade de São Paulo. Maquetes, desenhos, cartazes, explicações técnicas e criatividade não faltaram na apresentação dos inventos científicos à comissão julgadora.

Raphael Ferreira de Assis, aluno do 6º ano, desenvolveu a Máquina Limpa Tudo. "A água da chuva e o lixo jogado nas ruas da cidade acabam indo para os bueiros. No meu trabalho, a água ficará represada em um compartimento, que a tornará limpa, e os detritos serão transformados em adubo, preservando o meio ambiente", explica.