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Wolfgang Amadeus Mozart


Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart nasceu em 27 de janeiro de 1756, na cidade de Salzburgo, Áustria.
Filho de um compositor chamado Johann Georg Leopold Mozart e de Anna Maria Pertl Mozart, que tiveram outros seis filhos, dentre eles a talentosa intérprete Nannerl, Mozart teve sua vida marcada por grandiosas exibições nas cortes europeias.

Só para ter uma ideia, ainda muito jovem, aprendeu a ler, a escrever e a tocar instrumentos musicais com o pai. De tão precoce e inteligente que era, compôs, com apenas cinco anos, sua primeira obra, que ficou conhecida como Minueto e trio para piano. Mozart tocava piano, cravo e órgão, compondo com absoluta perfeição todos os gêneros, como sinfonias, concertos, óperas, missas, quartetos, sonatas etc.

Em 1762, aos seis anos, o menino iniciou com a irmã Nannerl sua primeira turnê em Viena, quando chegaram a se apresentar para a imperatriz Maria Theresia. O tempo foi passando e, com ele, mais e mais vinha a certeza de que um gênio nato da música clássica estava presente no meio artístico europeu. O talento do garoto austríaco pode ser apreciado na Alemanha, França, Inglaterra e Holanda, entre outros países, onde reis, princesas, duques e marquesas impressionavam-se com a sua genialidade.

A cidade de Salzburgo, entre 1767–1768, também foi privilegiada com os sons de Mozart na ópera Apolo e Jacinto. Não demorou muito (1769) e o musicista integrou a orquestra de sua cidade natal. Entre 1770 e 1773 visitou a Itália por três vezes, onde compôs a ópera Mitridate, Re di Ponto.

De 1772 a 1775, Mozart escreveu suas primeiras sinfonias e o primeiro concerto para piano e orquestra. Em 1782, Mozart, que já tinha 26 anos, impressionou o público com uma nova ópera chamada O Rapto do Serralho. Nessa mesma época, compôs a Sinfonia Linz.

Em 1786, foi a vez de a ópera As Bodas de Fígaro mostrar mais ainda o talento de Mozart. Don Giovanni, considerada por muitos a sua obra-prima, foi a seguinte. Depois, Così Fan Tutte (1789) e, em 1791, A Clemência de Tito e A Flauta Mágica, obras que foram compostas nos momentos finais da vida do músico. De fato, sua última obra – Requiem – ficou inacabada, pois Mozart morreu em 5 de dezembro de 1791. Um de seus alunos – Franz Xaver Süssmayer – finalizou o trabalho do mestre.

Por que o nome Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart?
O nome de batismo Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart não permaneceu por muito tempo assim: ele foi alterado para Wolfgang Amadeus Mozart.

No nome original há um significado específico para cada palavra: os dois prenomes – Joannes Chrysostomus – referem-se à data de nascimento – 27 de janeiro, dia de São João Crisóstomo. O terceiro nome (Wolfgangus) é uma versão de Wolfgang. Já Theophilus era o nome de seu padrinho, latinizado para Amadeus.